O streaming prometeu reunir entretenimento sob demanda em uma experiência simples. Com a multiplicação dos serviços, a conveniência deu lugar a um mosaico de assinaturas, catálogos e janelas de lançamento.
A mudança alterou o orçamento das famílias, a estratégia dos estúdios e a circulação das obras. Também entregou aos algoritmos uma função decisiva: escolher o que será visto.
Escolha ou excesso?
Ter mais opções não significa necessariamente encontrar mais diversidade. Quando a descoberta depende de recomendações automatizadas, visibilidade se transforma em um ativo econômico.